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MOBILIÁRIO – HISTÓRIA E CAUSOS

 A abertura da exposição no dia 29 de setembro, marcou o início da segunda ação proposta por Ibiraci à 2ª Jornada Mineira do Patrimônio Cultural.

Com um texto curatorial (arquivo Word, baixe ou abra aqui) que define as expectativas do Conselho com relação à exposição e à sua capacidade de informação junto à comunidade a mostra deve contar com uma eficiente Ação Educativa para transmitir o valor de memória contido em cada objeto exposto aos visitantes de forma a permitir que cada cidadão que a visite possa definir sua posição sobre a necessidade de Ibiraci contar com um Museu Histórico Municipal, pois tal enquete está sendo realizada no momento da assinatura no registro de visita à Sala Maria Amélia de Vassimon.

A presença do Prefeito Municipal de Ibiraci, Dr. Ismael Silva Cândido, da Diretora do DECET, Profa. Kátia Xavier Rigo, do Promotor de Justiça da Comarca de Ibiraci, Dr. André Fernando Colucço, da Presidente do Conselho Municipal do Patrimônio Cultural, profa. Simone Clausing, conselheiros, convidados e cidadãos em geral, deu ao evento, conforme os pronunciamentos proferidos, o respaldo e a adesão necessários a que a PROBRIG desempenhe um bom trabalho de monitoramento aos visitantes durante os 20 dias previstos para a exposição como também um trabalho informativo abrangente de forma a que o maior número de cidadãos ibiracienses possam se manifestar a respeito da pesquisa proposta.

“Mobiliário – História e Causos” já começa seu percurso como exposição vitoriosa, primeiro pela reunião de um acervo representativo do mobiliário e de utensílios das fazendas antigas de Ibiraci (40 itens), segundo pela participação impecável dos cidadãos na cessão de peças e objetos, em alguns casos, espontaneamente e em terceiro pela caracterização de um período claramente definido, ou seja, o século XIX. A recuperação das informações sobre o cotidiano das fazendas desta época traz surpresas e motivos de admiração. A estrutura patriarcal estabelecida nas fazendas do antigo Aterrado em nada diferia das fazendas do resto do Brasil. A figura do chefe da família era absolutamente respeitada e considerada a autoridade máxima de todo o grupo social. A estratégia portuguesa do Homem Cordial regia todas as relações e com isto o isolamento de algumas fazendas permitiu a existência de comunidades tão participativas e eficientes na sua estruturação econômica e social que ainda hoje percebemos nos bairros de Ibiraci, a presença de grupos familiares oriundos de uma ou outra grande fazenda de antigamente. Os tempos mudaram e como diz um trecho do Texto Curatorial, parece difícil de acreditar que certas informações históricas que hoje conhecemos, através da exposição, se refiram à nossa Ibiraci dos dias de hoje.

Esperamos que cada visitante perceba no tear, no oratório, no catre, na canga dos bois de carro, nas caçarolas dos fogões à lenha, alguns traços das histórias familiares e que aí também se identifiquem ao assistir os vídeos com os “causos” onde resgatamos as histórias que muitas vezes eram contadas aos pés dos fogões ou nas varandas, as “assombrações” que aterrorizavam as crianças ou as anedotas dos compadres incautos, afinal, tudo se constitui em elemento de construção da nossa identidade. .


José Limonti apresenta o Texto Curatorial aos presentes

 


Prefeito, Promotor, Diretora do DECET e Presidente do Conselho entre os presentes


Pronunciamento da Diretora do DECET, profa. Kátia Xavier Rigo


Promotor de Justiça, Dr. André Fernando Colucço


Prefeito Ismael Silva Cândido


Apresentação do Coral PROBRIG

 

 

Peças em exposição

 

 

 

 

 

Visitantes

 


Banners com detalhes e informações dos utensílios e equipamentos


Os “Causos mineiros” contados pelo sr. Ruy de Lima

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